Especialista da Nakata dá dicas de manutenção para juntas homocinéticas



De acordo com o gerente de qualidade e serviços da Nakata, Jair Silva, a junta homocinética pode ter longa durabilidade, dependendo das condições de uso do veículo. No entanto, os mecânicos devem passar alguns cuidados aos seus clientes na hora da manutenção. “É recomendável avaliar a junta homocinética entre 5 mil km e 10 mil km e ficar também atento a ruídos com o veículo esterçado e em movimento, pois, pode indicar que chegou o momento da reparação”, afirma Jair.

O especialista explica que coifas e braçadeiras devem ser examinadas periodicamente. Essas peças, quando comprometidas, reduzem sensivelmente a durabilidade da junta homocinética. Peças recondicionadas e ou de baixa qualidade vão apresentar vida útil muito abaixo do esperado, atenta. “Naqueles casos onde a substituição da junta homocinética é realmente necessária, é preciso ficar atento e escolher uma peça de qualidade”, comenta.




Nakata lança juntas homocinéticas para veículos Ford, Renault, GM e Hyundai

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A Nakata apresenta ao mercado de reposição cinco códigos de juntas homocinéticas para aplicação em veículos das marcas Chevrolet, Ford, Hyundai e Renault. Confira a lista de aplicações e códigos abaixo:

Código: NJH75-869SK
Aplicações: Ford Courier (1999 a 2013), Ford EcoSport (2003 a 2012), Ford EcoSport (2003 a 2007, SuperCharger), Ford Fiesta (1999 a 2006), Ford Focus (2006 a 2010), Ford Ka (2000 a 2014) e Renault Scénic (2001 a 2012, eixo GKN Rolamento 26 mm)
Obs: Todos sem kit de reparo.

Código: NJH00-1497
Aplicações: Hyundai HB20 Automático, com ABS, motorização 1.6 16V, de 2012 a 2016, roda 25 dentes ext./22 dentes int. (Dir/ Esq)

Código: NJH03-0580
Aplicações: Chevrolet Cobalt, 1.8 8V, 2012 a 2016; Onix, 1.4 8V, 2013 a 2016; GM Prisma 1.4 8V 2013 a 2016 e Spin, 1.8 8V, 2012 a 2016, todos os modelos automáticos, com ABS.

Código: NJH04-6481
Aplicações: Chevrolet Onix Manual, com ABS, 1.0 8V, 2013 a 2016, e Prisma Manual, com ABS, 1.0 8V, 2013 a 2016, ambos veículos com ABS, 25 dentes ext. 20 dentes int.

Código: NJH05-0583
Aplicações: Chevrolet Cobalt 1.4 8V, 2012 a 2016; Onix 1.4 8V, 2013 a 2016 e Prisma 1.4 8V, 2013 a 2016, manuais e com ABS, 25 dentes ext. 22 dentes int.




Audi chega a 8 milhões de carros produzidos com a tecnologia quattro

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A Audi está celebrando a produção do carro de número 8 milhões com a tecnologia quattro drive de tração integral, que estreou no mercado em 1980 e hoje está disponível em mais de 100 modelos e versões. Em 2015, 44% de todos os clientes da Audi no mundo escolheram veículos equipados com a tecnologia.

Segundo a Audi, a tração quattro existe em diferentes versões adaptadas a cada modelo. Para os compactos de série com motores montados transversalmente, uma embreagem com múltiplos discos com acionamento hidráulico, controlada eletronicamente, é montada no eixo traseiro. No carro esportivo R8 com motor central, a embreagem de múltiplos discos é localizada no eixo frontal. De acordo com a situação de condução encontrada, esses sistemas ativos distribuem o torque da transmissão variavelmente entre ambos os eixos.

O diferencial central autoblocante é usado em diversos modelos da Audi, com um motor frontal montado longitudinalmente – ele é um conjunto com engrenagem planetária puramente mecânico. Normalmente, ele divide o torque da transmissão enviado às rodas frontais e traseiras com uma distribuição de 40% na frente e por 60% atrás.

Há ainda o diferencial esportivo instalado no eixo traseiro dos modelos com motores mais potentes. Ele distribui, de modo ativo, o torque entre as rodas traseiras por meio de dois conjuntos de engrenagens sobrepostos, cada um com uma embreagem de discos múltiplos acionada eletro-hidraulicamente. Em casos extremos, quase todo torque é enviado a uma única roda. Na verdade, o sistema empurra o carro para dentro da curva, eliminando chances de understeer (subesterçamento).

A última fase de desenvolvimento da Audi é a unidade quattro com tecnologia ultra. É também projetada para modelos com motor posicionado longitudinalmente. No caso, uma embreagem de múltiplos discos, controlada ativamente no final da transmissão, distribui variavelmente o torque entre os eixos de tração em uma operação do all-wheel drive. Um desacoplador no diferencial do eixo traseiro pode, adicionalmente, abrir a conexão às rodas traseiras. Ambas as embreagens ficam abertas durante o momento de condução quando o all-wheel drive não oferece nenhuma vantagem. Dessa forma, as peças do sistema de transmissão traseiro responsável pelo arrasto não são acionadas. A unidade de controle do sistema usa uma infinidade de dados a fim de produzir um modelo do estado do veículo, antecipando a atuação do sistema de tração integral em aproximadamente um segundo. Caso o sistema detecte, por exemplo, que a roda interna à curva está prestes a perder aderência, alterna para o all-wheel drive. Esse novo conceito aumenta consideravelmente a eficiência sem diminuir a tração ou a dinâmica de condução.

História
A tecnologia estreou em 1980 no Ur-quattro no Salão Internacional do Automóvel de Genebra. Em 1986, a Audi substituiu o diferencial central com bloqueio manual da primeira geração pelo diferencial Torsen (Torque sensitive; sensível a torque), que podia distribuir o torque da transmissão variavelmente entre o eixo dianteiro e o traseiro. Em seguida, em 2005, veio a unidade planetária com sua distribuição de força e torque assimétrica e dinâmica. O diferencial central autoblocante é continuamente melhorado pela Audi e é considerado um ponto de referência de dinâmicas de tração e transmissão, combinado com um peso muito leve.

A Audi também celebrou triunfos no automobilismo com a tecnologia quatro, tais como quatro títulos no Campeonato Mundial de Rally, seis vitórias na corrida Pikes Peak Hill Climb nos Estados Unidos, uma vitória da série TransAm, também nos Estados Unidos, dois títulos DTM (Campeonato alemão de turismo), 11 campeonatos da Super Touring Car e um campeonato mundial da Touring Car. A mais recente vitória da tecnologia quattro: no final de novembro, Mattias Ekström e sua equipe de rallycross particular EKS conquistaram os títulos Driver World Champion e Team World Champion com o Audi S1 EKS RX quattro no Campeonato Mundial de Rallycross da FIA.




Taranto lança linha de atuadores hidráulicos de embreagem

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A Taranto começou a venda da sua linha de atuadores hidráulicos de embreagem no mercado brasileiro de reposição. Segundo Jurandir Defani, gerente geral da Taranto, a linha de atuadores chega para complementar a linha de produtos já disponíveis da marca. “Estamos em uma crescente e detectamos a busca por esse produto pelos profissionais. É mais um produto com qualidade reconhecida Taranto que amplia nossa atuação no mercado”, explica.

Débora Prezotto, coordenadora de marketing da marca garante que a marca escuta diariamente as demandas vindas pelos profissionais, “isso ajuda a entender o que ele precisa na oficina. Os produtos da Taranto são reconhecidos pela qualidade e, por isso, somos bem aceitos em todo o Brasil”, ressalta.




Nakata dá dicas que ajudam a evitar a quebra da junta homocinética

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Segundo a Nakata, fabricante de autopeças para a reposição, o maior número de ocorrências de quebra da junta homocinética não está relacionado a problemas com o componente em si. As ocorrências, na maioria das vezes, estão relacionadas a outros componentes do sistema de transmissão ou suspensão.

A empresa explica que a junta deslizante fica no lado do câmbio e, devido à sua aparência, também é chamada de “bolachão” pelo mercado de reposição. As características construtivas dessas juntas permitem que o semieixo sofra variações no seu comprimento (daí o nome “deslizante”) para poder acompanhar e compensar os movimentos da suspensão do veículo.

A Nakata enumera as principais causas de quebra da junta homocinética:

– Carro rebaixado altera o ângulo do semieixo e provoca a quebra da homocinética deslizante, aplicada no lado câmbio;
– Coxim do motor e/ou câmbio quebrado causa desalinhamento do conjunto e posterior quebra da junta;
– Longarina empenada ou quebrada assim como os coxins, provoca desalinhamento do conjunto e posterior quebra da junta;
– Cambagem fora de medida;
– Na junta fixa (lado da roda) a maioria das quebras estão relacionadas ao excesso de torque aplicado na porca de fixação do cubo ou quando o veículo esterça mais para um dos lados, descentralização.

“Quando a quebra da junta ocorre por interferência nos seus ângulos operacionais às cargas de trabalho, deixa marcas nos anéis interno e externo. Essas marcas facilitam a interpretação da causa da falha. A regra básica é não deixar de fazer uma inspeção detalhada nos demais componentes da suspensão e nos coxins de motor e câmbio antes de substituir as juntas homocinéticas. Após a conclusão do reparo é necessário fazer o alinhamento do veículo”, orienta Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata.

Para evitar uma segunda troca desnecessária, a Nakata explica ao mecânico que, ao substituir uma junta quebrada, faça uma verificação completa do sistema de suspensão e transmissão. Não deixe de consultar as causas relacionadas substituindo as peças com problema.




Ford Fusion 2017 tem câmbio com seletor rotativo eletrônico ao invés de alavanca

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A Ford trocou a alavanca de câmbio do sedã Fusion 2017 por um novo seletor rotativo eletrônico, chamado E-Shifter. O comando rotativo E-Shifter tem três diferentes módulos eletrônicos que monitoram a transmissão e as trocas: para um comando de marcha ser aceito, todos devem estar de acordo. O sistema evita também situações como o engate da ré quando se está acima de 8 km/h.

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Além de criar um espaço mais funcional no console, a fabricante explica que o sistema conta com uma função adicional de segurança: quando o motorista vai sair do carro, o seletor coloca o câmbio automaticamente no modo de estacionamento para evitar acidentes. O câmbio identifica quando o motorista sai do veículo usando vários sensores.

A tecnologia foi criada para colocar o carro automaticamente no modo de estacionamento se motorista desligar o veículo; se a porta do motorista for aberta quando o cinto de segurança estiver solto e o veículo parado; ou se o cinto de segurança for solto quando a porta do motorista estiver aberta e o veículo parado. O sistema não é acionado caso o motorista esteja com o cinto de segurança preso e abrir a porta com o carro em movimento para soltar o casaco preso na porta, por exemplo, ou se estiver estacionando e abrir a porta para ver as marcações na guia.

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O Fusion 2017 traz esse novo recurso integrado na transmissão automática de seis marchas em todas as versões. A versão 2.5 Flex dispõe ainda da função Low, que, segundo a Ford, ajuda a segurar o carro em declives usando o freio-motor. Já a versão 2.0 EcoBoost tem a função Sport, com trocas em rotação mais alta para uma direção esportiva, além de “paddle shift” para trocas manuais.




ZF fabrica 100.000ª transmissão automática EcoLife na Alemanha

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A ZF comemora o marco de produção da 100.000ª unidade da EcoLife em sua linha em Friedrichshafen, na Alemanha. A transmissão automática de 6 velocidades EcoLife é voltada a ônibus urbanos e rodoviários, visando facilitar o trabalho de condutores e ajudar a reduzir o consumo de combustível.

“Em ônibus urbanos ou rodoviários, a EcoLife atende às demandas de todas as aplicações”, explica Andreas Moser, Head da Unidade de Negócios de Sistemas de Eixo e Transmissão de Ônibus Urbanos e Rodoviários da ZF. “A transmissão combina o alto desempenho com alta eficiência, baixos níveis de ruído e economia de combustível”. Além disso, a ZF desenvolveu a função Start-Stop para condução urbana projetada para a transmissão automática de 6 velocidades.

A transmissão automática está disponível em sete versões. Os torques de entrada vão de 1.000 a 2.300 Nm, garantindo uma condução eficiente e potente em ônibus de até 32 toneladas de peso bruto do veículo.




ZF Services realiza treinamento da transmissão EcoLife para concessionárias

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A ZF Services realizou recentemente um Workshop Técnico da transmissão automática EcoLife para representantes de seis concessionárias que atendem frotistas de ônibus urbanos nas principais capitais do País. O treinamento foi ministrado em Sorocaba/SP e contou com a presença de Heidy Garcia, técnica especialista em transmissão para veículos comerciais, que veio da Alemanha especialmente para aplicar as atualizações técnicas.

O workshop teve como objetivo central apresentar uma série de dicas e informações práticas voltadas para a manutenção preventiva e corretiva da EcoLife, transmissão automática de 6 marchas que hoje equipa cerca de 1.100 ônibus em todo o Brasil. Entre as concessionárias presentes estiveram a Bormana (que atua no Rio Grande do Sul e Santa Catarina), Tambaú Rio (do Rio de Janeiro), Multytronic (do Paraná), Gardinotec (de São Paulo), Zemap (de Minas Gerais) e a brasiliense Taguaservice.

De acordo com a ZF, a carga horária foi de 40 horas, com conteúdo focado em detalhes técnicos da manutenção preventiva e corretiva da EcoLife, com ênfase no trabalho de campo realizado pelos frotistas.

Para que a parte prática do workshop pudesse ser realizada, a ZF contou com a colaboração da Viação Santa Brígida, que emprestou um ônibus com a transmissão para as demonstrações. A especialista da ZF seguiu para Bogotá para aplicar o mesmo conteúdo aos concessionários da Colômbia, Peru e Equador. “Agora, nossa meta é realizar anualmente esse formato de Workshop Técnico, pois o retorno dos participantes foi muito positivo”, afirma Fernando Luetzoff, supervisor de serviços e responsável pelo desenvolvimento de rede da ZF Services.

Os representantes dos concessionários aprovaram o conteúdo. “Foi uma grande oportunidade para aprender ainda mais sobre as possibilidades desse produto ‘Top de Linha’ da ZF”, comentou Luiz Carlos Dias dos Santos, gerente de serviços da Multytronic, de São José dos Pinhais (PR). “Nossa empresa cuida de aproximadamente 500 ônibus equipados com transmissões ZF, que rodam por todo o Paraná, desde a linha das Cataratas à região metropolitana de Curitiba e a própria capital do Estado”, acrescenta.

Luiz Carlos comenta que a aceitação da EcoLife tem sido grande, principalmente por resultados como o aumento da vida útil de componentes. “Quem optou pela EcoLife em ônibus convencionais, por exemplo, já não sabe mais o que é trocar pastilha de freio da parte dianteira por conta do Retarder (freio interno). Enquanto nos veículos equipados com a transmissão da concorrência a troca das pastilhas ocorre a cada 50.000 quilômetros, os ônibus com EcoLife só trocam o item após 200.000 quilômetros”, revela o gerente de serviços da Multytronic.

Bruno Magno Lins, gerente comercial da Tambaú Rio, do Rio de Janeiro (RJ), conta que sua empresa é responsável pela manutenção dos ônibus que operam nos corredores de BRT construídos recentemente na capital fluminense: o Transoeste, o Transcarioca e o Transolímpica. “Dentro dos consórcios operam diversas frotas, e nós atendemos cerca de 300 ônibus equipados com transmissões ZF. Esse Workshop se mostrou extremamente importante porque trouxe um conteúdo que nos capacita ainda mais a enfrentar os desafios encontrados em campo. Estamos preparados para resolver qualquer questão com eficiência e agilidade”, finaliza Bruno.

“Este é o nosso primeiro Workshop Técnico voltado especialmente para a EcoLife, e por isso envolvemos estrategicamente os nossos concessionários, que serão multiplicadores dos conhecimentos trazidos pela especialista da Alemanha. Com esse conteúdo, nossa rede estará em sintonia com o que há de mais moderno em termos de calibração e manutenção da transmissão automática. Nossa Rede de Concessionárias será capaz de oferecer o melhor atendimento de pós-venda para os frotistas”, explica Fernando Luetzoff, supervisor de serviços e responsável pelo desenvolvimento de rede da ZF Services.




Ford alcança produção de 6 milhões de transmissões no Brasil

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A Ford registrou o marco de produção de 6 milhões de transmissões em sua unidade fabril de Taubaté/SP. A unidade que marcou esse número é uma transmissão IB5, manual de cinco velocidades, disponível nos modelos Ka, New Fiesta, Focus e EcoSport produzidos na América do Sul, além de veículos produzidos no México. Parte da produção também foi destinada para os Estados Unidos, China e África do Sul.

A fábrica de transmissões em Taubaté foi inaugurada em 1996 com capacidade inicial para 450 mil unidades por ano, que foi ampliada para 520 mil unidades em 2013. As primeiras transmissões IB5 foram desenvolvidas para operar com os motores 1.0 e 1.6. Em 2002, a linha passou a produzir também a versão IB5 Plus para a motorização 2.0.

Em 2014, essa planta se tornou a primeira fábrica da Ford na América do Sul a atingir o nível de geração zero de resíduo para aterro sanitário. “A fábrica de transmissões da Ford em Taubaté é reconhecida internacionalmente pelo alto padrão de qualidade e manufatura”, diz Silvio Aguiar, gerente da fábrica de Transmissões da Ford.




ZF apresenta suas tecnologias de mobilidade urbana na 11ª FetransRio

Transmissão ZF Ecolife

Transmissão ZF Ecolife


A ZF apresenta seu portfólio de produtos e soluções para a mobilidade urbana durante a 11ª FetransRio, a Feira Rio Transportes, que é realizada na capital fluminense entre os dias 23 e 25 de novembro. Em seu estande, a ZF destaca as novidades na transmissão automática Ecolife e o eixo elétrico AVE 130 para ônibus de piso baixo.

A principal novidade da transmissão automática para ônibus Ecolife é a nova função Start/Stop, que gera mais conforto ao condutor e economia de combustível, menos ruídos, alta potência do trem de força e uma grande compatibilidade com faixas de torque mais amplas. A função Start/Stop, que faz o motor desligar automaticamente quando o veículo está parado, chega a diminuir entre 5% e 10% o consumo de combustível nas aplicações urbanas, afirma a ZF. O número foi registrado em testes com ônibus da montadora holandesa VDL Bus & Coach.

O recurso Start/Stop da ZF opera na faixa de torque máximo de 1.000 a 1.600 Nm, a mais comum em ônibus urbanos. Para chegar à configuração ideal para os ônibus, os engenheiros da ZF reforçaram o conversor de torque e o lock-up da transmissão. E o sistema hidráulico foi adaptado para oferecer reações rápidas. Comparada às transmissões de gerações anteriores, a Ecolife apresenta a redução de consumo em até 6%, conta a fabricante. O número pode ser ainda maior quando comparado a transmissões automáticas com menos marchas, podendo ultrapassar 10% de economia, de acordo com a operação.

Eixo ZF AVE 130

Eixo ZF AVE 130


A ZF também destaca na FetransRio o eixo elétrico AVE 130 para ônibus de piso baixo. Seu projeto de design leve privilegia um peso mais reduzido em relação aos eixos de gerações anteriores, permitindo assim arquiteturas mais flexíveis na estruturação do interior do veículo.

O eixo elétrico AVE 130 pode ser aplicado em veículos com conceito de energia híbrida, linhas de trólebus e por aqueles movidos a bateria ou célula de combustível. O eixo elétrico suporta até 13 toneladas, e possui carga máxima de 2×120 kW. Em termos de combustível, a operação híbrida combinada com o acionamento elétrico do AVE 130 resulta na redução de consumo de combustível em até 30% na operação em comparação aos acionados por motores diesel convencionais, garante a ZF.

Em relação ao peso, devido aos dois motores elétricos integrados que compõem o eixo, a ZF afirma que o AVE 130 pode ser de 200 a 500 quilos mais leve do que as soluções equipadas com motor central elétrico, transmissão intermediária e eixo acionado convencional.

Outro detaque o destande da ZF na FetransRio é o recurso das apresentações do portfólio em realidade virtual. “Com um conjunto de ferramentas tridimensionais, reunidas exclusivamente para proporcionar uma experiência diferenciada ao visitante, é possível visualizar todo o portfólio de tecnologias produzidas pela ZF”, diz Silvio Furtado, diretor de vendas da ZF América do Sul.

Serviço
11ª FetransRio – Feira Rio Transporte

Data: 23 a 25 de novembro (quarta-feira à sexta-feira)
Local: Pavilhão 4 do Riocentro
Endereço: Avenida Salvador Allende, 6.555, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
Horários: Das 14h às 22h nos dias 23 e 24/11; e das 14h às 0h no dia 25/11