Renault lança plataforma digital para gerenciamento de frotas



Por meio da web ou aplicativo, o cliente tem acesso à diversas informações dos veículos

A Renault, em parceria com o Banco RCI Brasil, lançou o “Renault Connect PRO”, plataforma para o gerenciamento de frotas de automóveis no Brasil. A novidade está atrelada aos pacotes de serviços pré-pagos da marca, “Revisão + Fácil PRO” e “Manutenção + Fácil PRO”, com valores inclusos direto nas parcelas do financiamento. Por enquanto o serviço está sendo ofertado em escala controlada, com lançamento para todo o público programado para o segundo semestre.

“O Renault Connect Pro é mais uma solução da Renault que traz previsibilidade para os gastos envolvidos com a frota. Com a ferramenta, o cliente pode acompanhar o estado do veículo e analisar a qualidade da condução do motorista, permitindo inclusive a antecipação de manutenções e reparos”, afirma Gustavo Ogawa, diretor de pós-venda da Renault do Brasil.

Por meio da plataforma é possível acessar informações de telemetria, acompanhar o consumo de combustível, avaliar o comportamento de condução, obter a localização do veículo em tempo real e consultar o histórico de viagens, tanto por meio da página web ou do aplicativo.

Para usar o serviço é necessária instalar um pequeno dispositivo junto à bateria dos veículos que serão monitorados. Após a instalação, um código de acesso será emitido para o cliente, e todos os dados enviados pelo dispositivo ficam disponíveis para uso. Também é possível importar informações para o sistema, como adicionar a ocorrência multas e outros custos relacionados à frota.

O benefício será válido para clientes que adquirirem um dos pacotes de serviço de revisão pré-paga da Renault: “Revisão + Fácil PRO” ou “Manutenção + Fácil PRO”. O valor do sistema varia de acordo com o pacote e plano contratado.

Com o Revisão + Fácil PRO o cliente adquire antecipadamente suas revisões por um preço fechado. Caso o proprietário opte por vender o veículo, o contrato do serviço pode ser transferido. Com as revisões na concessionária em dia, o cliente mantém a garantia do veículo e obtém maior valor de revenda no momento de troca.

No “Manutenção + Fácil PRO”, além do valor fechado para as revisões, o financiamento passa a conter também a manutenção corretiva e troca de itens de desgaste – como pastilhas de freio, bateria, amortecedor, velas e escape, entre vários outros. Assim como no pacote da revisão, o contrato pode ser transferido em caso de venda ou troca.




Monroe Axios lança kits de juntas homocinéticas e deslizantes na reposição

Junta deslizante para Renault Duster

Fabricante de componentes para suspensão, a Monroe Axios lança 23 aplicações para juntas homocinéticas e juntas deslizantes no mercado brasileiro de reposição, abrangendo veículos das marcas Chevrolet, Hyundai e Renault entre 2004 a 2018.

Junta homocinética para Hyundai HB20

Confira abaixo as aplicações de junta homocinética dianteira lado da roda:

Chevrolet Onix 1.0 MT: 2013 a 2016
Chevrolet Onix 1.4 MT: 2013 a 2016
Chevrolet Onix 1.4 AT: 2013 a 2018
Chevrolet Prisma 1.4 AT: 2013 a 2018
Chevrolet Cobalt 1.8 AT: 2013 a 2016
Hyundai HB20 1.0 12V: 2012 a 2018
Hyundai HB20 1.6 16V: 2012 a 2018
Hyundai Tucson: 2004 a 2015
Hyundai i30 2.0 MT: 2012 a 2016
Renault Duster 1.6 16V AT 4×2: 2010 a 2018
Renault Duster 2.0 16V AT 4×4: 2010 a 2018

Junta homocinética para modelos da Chevrolet

Confira abaixo as aplicações de junta deslizante:

Chevrolet Onix 1.0 MT: 2013 a 2016
Chevrolet Onix 1.4 MT: 2013 a 2016
Chevrolet Onix 1.4 AT: 2013 a 2018
Chevrolet Prisma 1.4 AT: 2013 a 2018
Chevrolet Cobalt 1.8 AT: 2013 a 2018
Chevrolet Spin 1.8 AT: 2013 a 2018
Hyundai HB20 1.0 12V: 2012 a 2018
Hyundai HB20 1.6 16V: 2012 a 2018
Hyundai Tucson: 2008 a 2015
Hyundai i30 2.0 16V: 2009 a 2012
Renault Duster 1.6 16V MT 4×2: 2010 a 2018
Renault Duster 2.0 16V AT 4×4: 2010 a 2018

Junta deslizante para modelos Chevrolet

A fabricante informa que as peças já estão disponíveis no mercado. Mais informações sobre os lançamentos podem ser consultadas por meio do telefone 0800-166-004 ou através do site www.monroeaxios.com.br




ELF lança lubrificantes Evolution RN-Tech para veículos Renault



A ELF celebra parceria de 50 anos com a Renault e lança a linha de lubrificantes co-branded ELF Evolution RN-Tech para os modelos da fabricante de automóveis. A novidade atende aos padrões da fabricante RN0700, RN0710 e RN0720.

“A parceria ELF-Renault superou desafios e registrou sucessos notáveis por 50 anos”, comenta o vice-presidente da Total Lubrificantes, Mathieu Soulas. “E ainda não acabou porque estamos ao lado da Renault, prontos para enfrentar quaisquer desafios ambientais, técnicos ou comerciais que o futuro possa trazer”.




Renault comemora 20 anos de fabricação no Brasil



A Renault comemorou 20 anos de fabricação no Brasil na terça-feira (4). No evento, que aconteceu no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, 7 mil pessoas incluindo colaboradores, autoridades, fornecedores e concessionários puderam reviver a história da fabricante no país. Desde o início de sua produção, a Renault já fabricou mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores – 30% desse total exportados.

O primeiro veículo com fabricação local foi o Scénic, em 1998, e no ano seguinte começou a produção de motores. Sua fábrica possuía capacidade de 280 mil unidades por ano e fabricava o motor 1.6 16V, que equipava os três veículos da produção nacional da Renault: o citado Scénic, o Clio Hatch e o Clio Sedan, além de ser exportado para a Argentina, para ser aplicado na linha Mégane.

Em 2001, foi a vez de inaugurar a fábrica de veículos utilitários, primeira unidade industrial da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi no mundo, produzindo veículos das duas marcas. Já em 2012 a empresa ampliou sua gama e passou a produzir Duster, Sandero e Logan.

Em 2018, com investimentos de R$ 750 milhões, a Renault novamente incrementou sua estrutura no Paraná, com dois projetos. O primeiro foi a inauguração da Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), responsável pela produção de cabeçotes e blocos em alumínio para os motores 1.0 e 1.6 SCe e o segundo foi a ampliação da Curitiba Motores (CMO) para realizar a usinagem dos blocos e cabeçotes fabricados na CIA. Um dos destaques atuais da empresa é o subcompacto Kwid, e por isso, este ano a marca passou a oferecer o K-Commerce, uma plataforma on-line para compra do modelo.





Renault Sandero chega a marca de 1 milhão de unidades produzidas no Brasil



A Renault acaba de comemorar a marca de 1 milhão de unidades do Sandero fabricadas no Brasil. O veículo que teve seu lançamento em 2007 foi primeiro veículo mundial da Renault produzido no país. Na época, o veículo contava com as opções de motorização 1.0 e o 1.6, ambos 16V Hi-Flex. Em 2011 foi reestilizado e em 2014 chegaria a nova geração. No final de 2016, o hatch recebeu os motores SCe 1.0 3-cilindros e 1.6 4-cilindros.

Fabricado no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, o modelo atualmente é comercializado nas versões Authentique, Expression e GT Line, além do aventureiro Stepway e do esportivo R.S. 2.0.

A versão Stepway lançada em 2008 trazia sob o capô o motor 1.6 16V Hi-Flex. Três anos depois o modelo recebeu para-choques mais encorpados, máscaras negras nos faróis e lanternas, além da altura elevada em relação ao solo.

Já a versão R.S manteve a carroceria do modelo comum, porém, segundo a fabricante, mudanças mecânicas diferenciam a versão esportiva das outras, incluindo o motor 2.0 aspirado de 150 cv e 20,9 kgfm com etanol.

O Sandero fabricado no Brasil também é comercializado na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. Desde seu lançamento, as exportações do veículo diretamente da fábrica da Renault no Paraná já chegam a 210 mil unidades.




Renault comemora 4 milhões de motores produzidos no Brasil



Renault conseguiu atingir a marca de 4 milhões de motores fabricados no Complexo Ayrton Senna, no Paraná. Do numero total, cerca 40% foram exportados. A fábrica, que começou a funcionar em dezembro de 1999, tinha capacidade produtiva de 280 mil unidades por ano e fabricava o motor 1.6 16V, equipando o Scénic, o Clio e o Clio Sedan, além de exportar para a Argentina o motor da linha Mégane.

Em 2000, seu primeiro ano cheio de fabricação, a CMO produziu cerca de 30 mil motores. No ano seguinte, 2001, a fábrica começou a produzir blocos, cabeçotes, virabrequins e calas para o mercado nacional e exportação.

A partir de 2002, a unidade diversificou sua produção, incluindo também os motores 1.0 8V e 16V. O motor 1.2 16V também era feito para exportação. Com essa gama, a Renault atingiu, em 2006, o seu primeiro milhão de unidades produzidas no Brasil – marca que seria duplicada em 2011 e que chegaria a 3 milhões em 2014. Hoje, a capacidade de produção é de 600 mil unidades, onde se faz os motores 1.0 e 1.6 SCe, que equipam toda a gama de veículos de passeio da Renault do Brasil.

Segundo a empresa, a capacitação de seus funcionários foi um dos pontos chaves para atingir essa marca. Em 2018, foram mais de 24 mil horas de aulas de formação profissional ministradas – até o final do ano, o número deve chegar a 40 mil.




MicronAir lança filtros de ar de cabine veicular para várias marcas



A MicronAir, empresa fabricante de filtros de ar de cabine veicular, pertencente ao Grupo Freudenberg, lança uma série filtros de partícula e de carvão para Volkswagen (leves e 1 modelo para pesados), GM, Fiat, Renault e Nissan. A marca de filtros ressalta que seu produto tem uma durabilidade maior, uma vez que podem ser substituídos apenas uma vez ao ano ou a cada 15.000 quilômetros.

“Para atender a grandes montadoras e a fim de preservar a saúde e bem estar dos motoristas e passageiros, os filtros – responsáveis por bloquear a entrada de microorganismos, como fungos e bactérias -, foram desenvolvidos tendo em vista o cumprimento das mais rígidas exigências da indústria automotiva”, comenta o diretor regional da FFT, Rodrigo Madeira.

A empresa destaca a eficiência dos filtros com carvão ativado, já que oferecem maior capacidade de filtrar gases e odores, diminuindo a entrada de monóxido de carbono no interior do veículo, reduzindo o cheiro de fumaça de caminhão ou poluição, por exemplo.

Confira as marcas e modelos que ganharam os filtros de cabine MicronAir:

Fabricante: Volkswagen (leves)
Modelo: Virtus fabricado a partir de 2018
Polo fabricado a partir de 2018
Tipo de filtro: Partícula
Código MicronAir: MP493
Número Original: 2Q0.819.644

Fabricante: Volkswagen (pesado)
Modelo: Man Delivery fabricado a partir de 2016
Tipo de filtro: Partícula
Código MicronAir: MP9928
Número Original: 23B819643

Fabricante: GM
Modelo: Cruze fabricado a partir de 2017
Equinox fabricado a partir de 2018
Camaro fabricado a partir de 2017
Tipo de filtro: Partícula
Código MicronAir: MP470
Número Original: 13508023

Fabricante: Fiat
Modelo: Mobi fabricado a partir de 2016
Tipo de filtro: Partícula
Código MicronAir: MP406
Número original: 51854923

Modelo: Argo fabricado a partir de 2017
Tipo de filtro: Carvão
Código MicronAir: MC906
Número original: 51836363

Fabricante: Renault
Modelo: Logan fabricado a partir de 2014
Sandero fabricado a partir de 2014
Duster fabricado a partir de 2015
Captur fabricado a partir de 2017
Tipo de filtro: Carvão
Código MicronAir: MC961
Número original: 272771578R

Modelo: Kwid fabricado a partir de 2016
Tipo de filtro: Carvão
Código MicronAir: MP204
Número original: 272771154R

Modelo: Duster Oroch fabricada a partir de 2016
Tipo de filtro: Carvão
Código MicronAir: MC961
Número original: BRPRT10795

Fabricante: Nissan
Modelo: Kicks fabricado a partir de 2016
Tipo de filtro: Carvão
Código MicronAir: MC961
Número Original: BRPRT10795




Raio-X – Renault Sandero R.S.: trabalho extra

 

Apesar da base “popular”, esportivo tem peças específicas difíceis de achar e manutenção mais difícil

Texto e fotos: Leonardo Barboza

 

Com onze anos de fabricação em São José dos Pinhais/PR, o Sandero passou por reestilizações e uma mudança de geração, mas nunca foi um veículo que emocionasse em desempenho e esportividade. Porém, em 2016 foi lançada a versão R.S. (Renault Sport) do modelo, dando uma cara muito mais agressiva e divertida.

 

ALÉM DA MAQUIAGEM

 

A versão R.S. não teve apenas uma aparência melhorada: ganhou motor mais potente e rodas com pneus de 17 polegadas. Toda a parte de suspensão, sistema de freios e escapamento foram refeitos. Na parte interior, o modelo ganhou também bancos em formato concha, que proporcionam melhor acomodação em curvas mais acentuadas

 

 

MOTOR E CÂMBIO

 

O motor 2.0 16v Flex é acompanhado de transmissão manual 6 marchas derivada do Duster e Duster Oroch. Oferece 150 cv a 5.750 rpm e torque máximo de 20,9 kgfm a 4.000 rpm, quando abastecido com etanol, para movimentar um veículo de apenas 1.161 kg. Sua relação peso-potência é de ótimos 7,74 kg/cv.

 

Partindo de R$ 69.390 na versão R.S. Racing Spirit, em relação aos seus concorrentes esportivos é uma boa opção para quem não quer desembolsar muito dinheiro e se divertir. De acordo com a fabricante, o R.S. pode chegar a 202 km/h e, segundo os testes da revista CARRO no Campo de Provas da ZF em Limeira/SP, ele acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8s87.

 

 

 

 

 

OLHO CLÍNICO

 

A Revista O Mecânico levou o Renault Sandero R.S. 2.0 para o mecânico Reinaldo Nadim, proprietário da oficina Foxcar, localizada na Vila Prudente em São Paulo/SP, que avaliou o nível de manutenção, suas condições de diagnóstico na oficina e a facilidade de reposição de peças do modelo.

 

REVISÃO BÁSICA

 

Acostumado com os motores convencionais no Sandero, o 2.0 16v intimida na hora que o mecânico abre o capô do motor. “Devido ao bloco do motor maior e a caixa de transmissão de 6 marchas, o espaço para a manutenção ficou bem mais limitado, tornando o serviço mais demorado e trabalhoso”, observou Reinaldo.

 

Na hora da troca de óleo do motor, Reinaldo precisou retirar o protetor de cárter para conseguir acessar o bujão de escoamento e o filtro de óleo. “Como forma de proteger contra impactos no cárter, o protetor é todo fechado e sem acesso. É necessário a retirada da peça no que implica no aumento do tempo da troca e a mão de obra”, acrescenta Reinaldo.

 

Com exceção do filtro de óleo do motor, os demais filtros são de fácil acesso e não tomam muito tempo do mecânico. “O filtro de ar do motor tem fácil acesso e é possível fazer a troca em questão de segundos. Basta pressionar as duas ‘orelhinhas‘ laterais e remover a gaveta do elemento filtrante, substituindo-o”, comenta o mecânico.

 

A troca da correia de sincronismo já é conhecida pelo fato do motor equipar diversos modelos da marca. “É necessário remover o coxim superior do motor, utilizar a ferramenta de sincronismo e não esquecer de fazer a substituição dos retentores após a retirada da ferramenta e a troca da correia dentada como de praxe nos veículos da marca”, explica o proprietário da oficina.

 

 

UNDERCAR

 

Começando pelo sistema de exaustão, o grande diferencial e a cereja do bolo é o silencioso traseiro que é diferente das outras versões. Ele é superdimensionado e apresenta duas saídas de escape. “O silencioso com as duas saídas de escape é o responsável pelo ronco mais esportivo nas acelerações e reduzidas de marcha, mas se prepare caso tenha a necessidade de fazer a troca: a disponibilidade de peça no mercado é escassa e de preço mais elevado”, diz Reinaldo.

 

Na parte de suspensão, o conjunto é bem simples e acessível. “Bandejas, pivôs de bandeja, buchas da barra estabilizadora e bieletas seguem os mesmos padrões das demais versões. A grande diferença está nos amortecedores e na carga das molas exclusivas para a versão, que não existem no mercado independente. Apenas na concessionária”, diz.

 

 

FREIOS

 

A central do ABS fica no cofre do motor, do lado direito e atrás da proteção antichamas (tomando como referência a posição do motorista, dentro do carro), em uma posição um pouco apertada de se acessar. Já à esquerda, bem localizado, fica o reservatório do fluido de freio, que alimenta também o sistema hidráulico de acionamento do sistema de embreagem do veículo. “Pelo fato de o veículo ter 32 cv/30 cv (E/G) a mais, ganhou freios a disco no eixo traseiro também”, diz o mecânico.

 

As pinças de freios são pintadas na cor vermelha, dando um toque a mais de esportividade. Reinaldo ressalta: “A troca de pastilhas e discos de freios é convencional como nos demais veículos. Para retornar o êmbolo da pinça de freio traseira, é necessário o uso de ferramenta específica”.

 

 

TRANSMISSÃO

 

Seguindo a mesma linha da troca da correia de sincronismo, a transmissão de seis marchas se encaixa milimetricamente dentro do cofre do motor. “Para efetuar a remoção da caixa de câmbio e a substituição do sistema de embreagem, é necessário remover o agregado e muitos mais componentes envolvidos em torno da transmissão. Isso leva mais tempo e mão de obra”, explica Reinaldo.

 

IGNIÇÃO E INJEÇÃO ELETRÔNICA

 

O Sandero ainda possui sistema de partida a frio com tanquinho de gasolina. “O tanque de partida a frio denuncia a idade do projeto, modelos atuais já não usam mais esse tipo de sistema. Com o envelhecimento da gasolina no reservatório, acaba dando uma certa manutenção extra e, caso não for lembrado, é uma dor de cabeça para o proprietário em dias frios quando o veículo estiver abastecido com 100% de etanol”, relata Reinaldo.

 

A manutenção e limpeza dos bicos injetores também requer uma certa mão de obra. “Para conseguir acessar e remover a flauta dos bicos injetores, é necessária a remoção do coletor de admissão do veículo. Na hora da montagem, é recomendável a substituição dos anéis de vedação do coletor”, comenta Reinaldo.

 

A limpeza do corpo de borboleta e velas de ignição são umas das poucas exceções na manutenção. “É muito fácil de remover. A posição de fácil acesso, basta desapertar os componentes, desconectar os chicotes e pronto!”, finaliza Reinaldo.

 

Ficha técnica

RENAULT SANDERO R.S. 2.0
Motor
Posição: Dianteiro, transversal, flex
Cilindros: 4 em linha
Válvulas: 16V
Taxa de compressão: 11,2:1
Injeção de combustível: Injeção multiponto
Potência: 150 cv/145 cv (E/G) a 5 750 rpm
Torque: 20,9 Kgfm/20,2 Kgfm (E/G) a 4 000 rpm

 

Câmbio
Manual 6 marchas

 

Freios
Dianteira: Disco ventilado

Traseiros: Disco

 

Direção
Eletro-hidráulica

 

Suspensões
Dianteira: Independente, McPherson
Traseira: Eixo de Torção

 

Rodas e Pneu
Rodas: Liga leve, 17 polegadas
Pneus:
205/45 R17

 

Dimensões
Comprimento (mm):4.068
Largura (mm):1.733
Altura (mm):1.499
Distância entre eixos (mm): 2.590

 

Capacidades
Porta-malas: 320 litros
Caçamba: 50 litros




Nakata lança amortecedor para Renault Clio



A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição, anuncia nova aplicação de amortecedor traseiro para ambos os lados do Renault Clio, fabricado de Novembro de 2012 à Outubro de 2016. O código original é 562107256R, sendo representado pelo código HG 41228 da fabricante.




Monroe lança amortecedor para o Renault Duster na reposição

A Monroe anunciou que fornecerá amortecedores para o Renault Duster no mercado de reposição. Chegarão ao mercado os amortecedores dianteiros e traseiros para os modelos fabricados a partir de 2011. A novidade contempla as versões 4×2 e 4×4 e os veículos com transmissão manual e automática.

“A Monroe atualiza o seu portfolio constantemente para atender com excelência a demanda de seus clientes no mercado de reposição. Todos os nossos componentes do aftermarket passam pelos mesmos processos de qualidade das peças feitas para o mercado original, garantindo assim uma maior confiabilidade dos produtos”, afirma Bruno Bello, supervisor de Produtos da Monroe.

Segundo a fabricante, os novos amortecedores do Renault Duster contam ainda com a tecnologia OESpectrum, exclusiva da empresa. São peças pressurizadas que possuem uma configuração única de válvulas, permitindo melhor absorção de impactos e, consequentemente, ótima dirigibilidade.